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Gestão de adutoras exige mapeamento, tecnologia, manutenção e capacitação, destacam especialistas no Seminário de Perdas da ABES

O Painel 3 – “Gestão de Adutoras”, realizado no 11º Seminário Nacional de Perdas e Eficiência Energética da ABES, reuniu especialistas para compartilhar práticas e soluções voltadas à operação eficiente, redução de perdas e maior confiabilidade dos sistemas de adução. O moderador foi Jairo Tardelli Filho, consultor, e participaram como palestrantes Edymilson Luiz dos Santos (Sanepar), Lucas Emanuel Martins (Companhia Águas de Joinville) e Marcos Aurélio Martins (Sabesp) 

Lucas Emanuel Martins destacou que a eficiência operacional passa por uma análise crítica da real necessidade de bombeamento e pelo cuidado no dimensionamento e manutenção dos equipamentos:

“Eleve apenas o necessário. Muitas vezes temos estrangulamentos atrás de reservatórios e precisamos verificar se tudo o que estamos elevando é realmente indispensável. Dimensione o conjunto com autobomba considerando o ciclo de vida do ativo, e não apenas um ponto operacional no final do plano. Verifique periodicamente a curva da bomba com a do sistema para manter o melhor ponto de operação e aproveite ao máximo a energia do sistema, evitando válvulas estranguladas.”

Edymilson Luiz dos Santos apresentou a experiência da Sanepar na gestão das 73 adutoras de transferência do SAIC, operadas remotamente, ressaltando que um bom controle depende de organização e dados de qualidade:

“Para fazer uma boa gestão, é necessário mapeamento e cadastro das adutoras, identificação dos riscos associados, monitoramento das operações, análise de dados, gestão de manutenção e, sobretudo, treinamentos e capacitação das equipes.”

Já Marcos Aurélio Martins abordou aspectos técnicos de operação e manutenção de válvulas, lembrando que a redução de perdas impacta diretamente o consumo de energia elétrica:

“Uma boa vedação é fundamental. Equipamentos submetidos à pressão, com o tempo, podem apresentar vazamentos que precisam ser corrigidos. Também é importante a operabilidade da válvula e o uso de comandos mecânicos adequados. Reduzir perdas contribui para a eficiência energética, seja no tratamento, na distribuição, na elevação da água ou na operação de bombas. Mas é preciso atenção: o custo e a instalação dependem do local, do estudo do terreno e até da disponibilidade de ponto de energia, que não pode ser deixada para a última hora.”

Para o moderador Jairo Tardelli Filho, a troca de experiências mostrou que o desafio não está apenas nos equipamentos, mas no equilíbrio entre planejamento, operação e preparo das equipes:

“A gestão de adutoras eficiente é aquela que combina mapeamento preciso, manutenção preventiva, uso inteligente de tecnologia e qualificação contínua dos profissionais.”

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