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BWW 2024: especialistas dos EUA, América Latina e Brasil debatem as novas fronteiras na expansão e otimização do tratamento de esgotos

Palestrantes Marcelo Miki (no topo da esq. para a dir.), Daniel Nolasco, Sudhir Murthy e Christoph Platzer

Tópico, que faz parte do tema 2 Tratamento de Esgotos – ETEs sustentáveis da Brazil Water Week 2024, trouxe conceitos como intensificação e tecnologias que visam maior sustentabilidade aos processos.

 “Transformando a sustentabilidade: novas fronteiras na expansão e otimização do tratamento de esgotos” foi o tema debatido por especialistas nacionais e internacionais, nesta segunda-feira, 3 de junho, primeiro dia da Brazil Water Week (BWW)- Semana da Água no Brasil 2024. A BWW, realizada pela ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, é o mais importante evento internacional de discussão de água e saneamento realizado no país e, nesta quarta edição, acontece até esta sexta (7), totalmente online, em plataforma digital exclusiva e interativa.

O conteúdo da BWW 2024 ficará disponível online por 90 dias para os inscritos. Você ainda pode se inscrever para acompanhar o evento (clique aqui).

A moderação da sessão foi realizada por Marcelo Miki, engenheiro do Departamento de Implantação de Pesquisa, Desenvolvimento de Projetos e Inovação da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e membro da Câmara Temática de Tratamento de Esgotos da ABES. Participaram da discussão: Daniel Nolasco, vice-presidente da IWA – International Water Association; Sudhir Murthy, diretor de Pesquisa ETE Blue Plains de Washington, EUA, e Christoph Platzer, sócio administrador da Rotária do Brasil.

Daniel Nolasco, que é engenheiro consultor em Água e Saneamento na América Latina e Caribe e especialista em projeto e otimização de ETEs e adaptação e mitigação às mudanças climáticas, explicitou o tema caixa de areia: “Na minha visão a caixa de areia é a nova fronteira”.

Sudhir Murthy, diretor de Pesquisa ETE Blue Plains, de Washington (EUA), mostra comparações de experimento realizado entre drenagem controlada e hidrociclone realizadas na França.

Abordagem de técnicas já testadas, com resultados de trabalhos sobre como desenvolver tecnologias para uso prático, realizados nos Estados Unidos, na Europa e nos Emirados Árabes, foram apresentados por Sudhir Murthy, que é um executivo experiente em introdução de novas tecnologias em empresas de serviços de água.

A inclusão de sustentabilidade em ETEs, com soluções, especialmente para estações pequenas, descentralizadas e que não têm como tratar e destinar o lodo gerado, no Brasil, foram apresentadas por Christoph Platzer. O especialista em tratamento de efluentes atua principalmente com soluções de tratamento de esgoto, incluindo lodos ativados, suas variações, wetlands de tratamento de lodo e efluentes, eficiência energética e biogás.

No final das apresentações, foi realizado um debate, conduzido por Marcelo Miki, sobre inovação, especialmente para estações de tratamento de esgotos em municipalidades pequenas; barreiras de legislação para a sustentabilidade; e diferenças de legislações nos países e como isso afeta as estatísticas das ETEs, entre outros assuntos.

BWW Connection

Abrindo as palestras especiais do BWW Connection, a especialista Thelma Krug, que foi vice-presidente do IPCC (de 2015 a 2023) e atualmente é presidente do Comitê Diretor do Sistema Global de Observação para o Clima, abordou o tema “Mudança do clima e eventos extremos de precipitação e seca”.

No Talk Show, comandado por Daniela Lobo diretamente do estúdio na ABES-SP, a análise apresentada por Thelma Krug foi comentada pelos convidados: Alceu Guérios Bittencourt, presidente nacional da ABES e coordenador do Tema 6 “Cooperação Internacional”; e Mônica Porto, professora titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), membro do Conselho Diretor da ABES-SP e coordenadora do tema 8 “Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica”.

Também participaram do bate-papo, de forma remota, Gleyciane Nobre Rocha, presidente da ABES-CE; Selma Aparecida Cubas, presidente da ABES-PR; e Haroldo Costa Bezerra, diretor nacional da ABES para a Região Norte.

Os convidados destacaram como todas estas transformações relacionadas ao clima pelas quais passam o planeta impactam no saneamento.

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