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ÓRGÃO OFICIAL DE INFORMAÇÃO TÉCNICA DA ABES - BRASIL

POSIÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES APRESENTADAS EM 2006
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ABES 001/06 - 04/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 31/05/06
 
ABES 002/06- 05/01/06
 
Artigo Técnico – Vol.11 - Nº 4 - out/dez 2006, 362-370
 
 

TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE GOSTO E ODOR EM ÁGUAS DE ABASTECIMENTO: MÉTODO ANALÍTICO, ANÁLISE SENSORIAL E PERCEPÇÃO DOS CONSUMIDORES
Sidney Seckler Ferreira Filho, Rosemeire Alves

RESUMO:
Os problemas de gosto e odor em águas de abastecimento são de natureza complexa, de solução tecnológica difícil e onerosa, e a sua presença na água tratada pode causar transtornos consideráveis junto aos consumidores. Deste modo, este trabalho objetivou a avaliar a eficiência e confiabilidade do Painel Sensorial na identificação de gosto e odor em águas de abastecimento, bem como na prevenção de reclamações por parte dos consumidores, a partir da comparação entre a percepção do Painel Sensorial e da população. Com base nos resultados obtidos, pôde-se concluir que o Painel Sensorial apresentou-se ser extremamente eficiente para a previsão do aparecimento e presença de odores associados à terra e mofo devido a presença de MIB e Geosmina na água tratada sendo, portanto, recomendável a sua implementação em ETAs que utilizem mananciais que apresentem problemas de gosto e odor.

 
ABES 003/06 – 06/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 06/10/06
 
ABES 004/06 – 09/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 31/08/06
 
ABES 005/06 – 10/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 11/10/07
 
ABES 006/06 – 13/01/06
 
Nota Técnica – Vol.11 - Nº 4 - out/dez 2006, 305-310
 
 

O USO E OS IMPACTOS DA RECICLAGEM DE CROMO EM INDÚSTRIAS DE CURTUME EM MATO GROSSO DO SUL, BRASIL
Tânia Christina Marchesi de Freitas, Petr Melnikov

RESUMO:
Um estudo da dinâmica de emissão de cromo foi realizado em dois curtumes representativos de Mato Grosso do Sul. Apenas cromo III foi encontrado durante a investigação. Foram realizadas extensivas análises químicas de cromo nos efluentes e corpos receptores durante seis meses e os valores obtidos foram comparados com os da legislação existente. Demonstrou-se que, em alguns casos, a concentração de cromo atinge níveis ecologicamente perigosos, pois foram encontrados valores acima do permitido para águas. O processo de reciclagem de cromo em curtumes mostrou-se como um processo para a normalização das concentrações de cromo nas diferentes etapas de produção e na emissão desse elemento.

 
ABES 007/06 – 16/01/06
 
Nota Técnica – Vol.12 - Nº 3 - jul/set 2007, 240-246
 
 

AVALIAÇÃO DA ACURÁCIA DE DIVERSOS MÉTODOS PARA DETERMINAÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS VOLÁTEIS E ALCALINIDADE A BICARBONATO PARA MONITORAMENTO DE REATORES ANAERÓBIOS
Maria Magdalena Ferreira Ribas, Elizabeth de Mattos Moraes, Eugênio Foresti

RESUMO:
Sistemas de tratamento anaeróbios são sensíveis às mudanças de condições ambientais que influenciam no metabolismo dos microrganismos responsáveis pela estabilidade do processo. Os objetivos deste trabalho foram (i) avaliar a acurácia de métodos que determinam os parâmetros de controle ácidos graxos voláteis (AGV) e alcalinidade a bicarbonato (AB) em amostras preparadas com concentrações de 50 a 1000 mg/L e, (ii) verificar diferentes procedimentos de remoção de CO2 formado durante titulação ácida das amostras. A partir do teste estatístico de Tukey aplicado aos resultados obtidos, observou-se que os métodos Kapp e DiLallo & Albertson com utilização de ultra-som para a remoção de CO2 do meio líquido apresentaram os melhores resultados para AGV. Os métodos da Condutividade, Kapp e Jenkins se destacaram na determinação de AB.

 
ABES 008/06 – 23/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/09/06
 
ABES 009/06 – 23/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/09/06
 
ABES 010/06 – 23/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 31/05/06
 
ABES 011/06 – 23/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 09/11/06
 
ABES 012/06 – 25/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 10/10/06
 
ABES 013/06 – 30/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 22/09/06
 
ABES 014/06 – 30/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 22/09/06
 
ABES 015/06 – 31/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/07/06
 
ABES 016/06 – 31/01/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 10/10/06
 
ABES 017/06 – 02/02/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 07/07/06
 
ABES 018/06 – 02/02/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 10/10/06
 
ABES 019/06 – 06/02/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 02/10/06
 
ABES 020/06 – 08/02/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 1 - jan/mar 2007, 90-101
 
 

INTEGRANDO OFERTA E DEMANDA DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO: ANÁLISE HIERÁRQUICA DO PANORAMA URBANO BRASILEIRO NO ANO 2000
Sonaly Rezende, Simone Wajnman, José Alberto Magno de Carvalho, Léo Heller

RESUMO:
O estudo buscou avaliar os principais determinantes da presença dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos domicílios urbanos brasileiros no ano 2000. Utilizaram-se as fontes de dados do IBGE e da Receita Federal, das quais foram selecionadas as variáveis de interesse, analisadas de forma descritiva e estatística. Os resultados obtidos por meio de regressões múltiplas com modelagem hierárquica mostraram que as variáveis ligadas à oferta das redes de água e esgotos têm maior impacto sobre a presença destes serviços nos domicílios do que as variáveis ligadas à demanda. As maiores chances de presença de redes domiciliares pertencem aos municípios da Região Sudeste e com gestão do tipo Autarquia. Entretanto, são as variáveis relativas à demanda que melhor caracterizam o perfil dos domicílios onde os serviços de saneamento estão ausentes.

 
ABES 021/06 - 14/02/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 21/09/06
 
ABES 022/06 - 14/02/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 21/09/06
 
ABES 023/06 – 15/02/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 4 - out/dez 2007, 426-432
 
 

RIZOREMEDIAÇÃO DE PENTACLOROFENOL EM UM SOLO ARGILOSO POR SPHINGOMONAS CHLOROPHENOLICA ATCC39723
Rosemeri I. Dams

RESUMO:
O principal objetivo deste trabalho foi estudar a degradação de PCP por Sphingomonas chlorophenolica em solo argiloso na presença e ausência de trigo. As concentrações de PCP foram determinadas através de Análises de Alta Performance de Cromatografia Líquida. Os efeitos tóxicos de PCP foram estudados através do monitoramento do crescimento das plantas. A biodegradação de PCP por S. chlorophenolica foi acompanhada por testes de bioluminescência de Escherichia coli HB101 pUCD607 e contagens bacterianas no solo e nas raízes. A degradação de PCP ocorreu de forma mais rápida no solo plantado e inoculado quando comparada ao solo sem plantas. Houve um aumento significativo nas populações dos organismos testados nas raízes quando comparadas com as populações presentes no solo. O monitoramento do crescimento da planta mostrou o papel protetor exercido pela S.chlorophenolica contra a toxicidade do PCP.

 
ABES 024/06 – 21/02/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 3 - jul/set 2007, 343-350
 
 

MAGNETITA PARA FIXAÇÃO DE COMPOSTOS TÓXICOS SOLUBILIZADOS DE RESÍDUOS DE FUNDIÇÃO DE CHUMBO
Evelyn Loures de Godoi, Priscila Moreira Peres Garcia, Nilce Ortiz

RESUMO:
Um resíduo siderúrgico composto basicamente por magnetita (Fe3O4) foi estudado como material adsorvente para fixação de íons metálicos presentes nos produtos lixiviados e solubilizados de secundários da unidade desativada de fundição de chumbo – Panelas, localizada na Bacia do Rio Ribeira de Iguape. Os leitos adsortivos preparados com a mistura Magnetita, Bentonita e Cinzas - MBC apresentaram 71,4% de remoção de íons de chumbo e 26,9% de remoção de íons de zinco adicionados em concentrações semelhantes às medidas nos produtos lixiviados e solubilizados do secundário de fundição. Os valores de velocidade de adsorção obtidos foram proporcionais aos citados para adsorventes não convencionais em literatura e as equações propostas no modelo empírico apresentaram correspondência com os valores obtidos experimentalmente.

 
ABES 025/06 – 24/02/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/06
 
ABES 026/06 – 06/03/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 2 - abr/jun 2007, 160-168
 
 

APLICAÇÃO DO MÉTODO DA CARGA MÁXIMA TOTAL DIÁRIA (CMTD) PARA A AMÔNIA NO RIO ATIBAIA, REGIÃO DE CAMPINAS/PAULÍNIA - SP
Gilberto Silvério da Silva, Wilson F. Jardim

RESUMO:
Neste estudo foram avaliadas a capacidade de suporte e o estado de degradação do Rio Atibaia, considerando a ameaça para a vida aquática pela presença da Amônia, a qual representa um dos principais riscos às comunidades aquáticas no Rio Atibaia. Com este objetivo foi aplicado o método da Carga Máxima Total Diária (CMTD), da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). Os resultados revelaram que as cargas de Amônia aumentavam progressivamente ao longo do Rio Atibaia, principalmente devido às fontes pontuais. As cargas de Amônia diárias assumiram valores de 30 a 5000 kg NH3. A capacidade de suporte das águas Rio Atibaia, para proteger a vida aquática contra os efeitos tóxicos da Amônia, tem sido violadas em trechos próximos à sua foz. A degradação dessas águas foi mais intensa na estação seca. Este trabalho mostrou que o esgoto doméstico não-tratado de uma população aproximada de 250 mil habitantes da cidade de Campinas, via Ribeirão Anhumas, é a principal fonte de Amônia na bacia do Rio Atibaia, apesar do grande número de indústrias ali presentes.

 
ABES 027/06 – 06/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/05/06
 
ABES 028/06 – 06/03/06
 
Nota Técnica – Vol.12 - Nº 2 - abr/jun 2007, 117-126
 
 

PLANEJAMENTO E ASPECTOS AMBIENTAIS ENVOLVIDOS NA DISPOSIÇÃO FINAL DE LODOS DAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO
Gladys Fernandes Januário, Sidney Seckler Ferreira Filho

RESUMO:
A disposição de lodos de estações de tratamento de água (ETAs) de forma ambientalmente correta configura-se em mais um desafio a ser enfrentado pelas companhias de saneamento e tem recebido maior atenção no Brasil e na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) nos últimos anos. O objetivo deste trabalho foi apresentar alternativas existentes de uso e disposição final dos lodos das ETAs da RMSP e, assim sendo, foram pesquisadas várias técnicas de uso e disposição de lodos praticados no Brasil e no mundo e suas condições técnicas e ambientais. Foram avaliadas a quantidade de lodos gerados na RMSP e a existência ou previsão de implantação de sistemas de adensamento e desidratação e, a partir destas informações, foram identificadas alternativas de uso e disposição tecnicamente e ambientalmente exeqüíveis para os lodos das ETAs da RMSP.

 
ABES 029/06 – 06/03/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 4 - out/dez 2007, 380-388
 
 

DIMENSIONAMENTO DO VOLUME DO REATOR SEQÜENCIAL EM BATELADA (RSB) COM ENCHIMENTO ESTÁTICO
Altemar Vilar dos Santos, Luiz Fernando de Abreu Cybis, Gino Roberto Gehling

RESUMO:
Este trabalho teve como objetivo propor uma metodologia de dimensionamento para o volume do RSB. O desenvolvimento do modelo matemático para calcular o volume do reator foi realizado a partir da modelagem fenomenológica do comportamento do lodo. A metodologia ora proposta foi aplicada em estudo de caso para comparação com metodologias já consolidadas no dimensionamento do sistema de lodos ativados em batelada. A partir da metodologia apresentada neste trabalho, a determinação do volume do reator e do ciclo operacional mostrou que é possível contribuir para o dimensionamento do RSB sem transgredir o conhecimento da ação do lodo sobre a matéria orgânica e sem admitir fluxo contínuo no comportamento hidráulico do reator.

 
ABES 030/06 – 06/03/06
 

NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07

 
ABES 031/06 – 06/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/06
 
ABES 032/06 – 13/03/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 1 - jan/mar 2007, 62-70
 
 

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DOS CRITÉRIOS DE RECEBIMENTO DE EFLUENTES NÃO DOMÉSTICOS EM SISTEMAS DE COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS EM SÃO PAULO
Irineu Delatorre Junior, Dione Mari Morita

RESUMO:
No presente trabalho, foram correlacionadas características de efluentes não domésticos, lançados no sistema de esgotos sanitários da Região Metropolitana de São Paulo (SES-RMSP), com os dados de manutenção. Foram também realizadas medições do limite inferior de explosividade e de concentrações de sulfetos nos principais coletores-tronco e interceptores deste sistema. Dos resultados obtidos, concluiu-se que: os critérios atuais de recebimento de efluentes não domésticos no SES-RMSP, no que se refere às interferências físicas e operacionais, não são eficazes; para a análise da possiblidade de recebimento, devem ser levados em consideração as matérias-primas, produtos auxiliares e fluxogramas do processo produtivo;  deve haver comunicação entre as diversas áreas envolvidas na operação do SES-RMSP e a concessionária deve fazer o monitoramento sistemático do limite inferior de explosividade.

 
ABES 033/06 – 24/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 06/10/06
 
ABES 034/06 – 21/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/07/06
 
ABES 035/06 – 22/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 05/10/06
 
ABES 036/05 – 13/04/05
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 21/11/06

 
ABES 037/06 – 29/03/06
 

NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 27/02/07

 
ABES 038/06 – 31/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 24/01/07
 
ABES 039/06 – 31/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 06/10/06
 
ABES 040/06 – 31/03/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 1 - jan/mar 2007, 79-89
 
 

PROPOSTA DE CALIBRAÇÃO DE MODELOS HIDRODINÂMICOS APLICADOS A UNIDADES DE COTATO UTILIZANDO UMA FUNÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA
Edmilson Costa Teixeira, Julio Tomás Aquije Chacaltana, Renato do Nascimento Siquiera, Camila Gomes Pacheco

RESUMO:
O desempenho de unidades de contato que operam em regime de fluxo contínuo depende, entre outros, do padrão de escoamento que se desenvolve no seu interior. Já o levantamento de dados experimentais, como a elevação da superfície d´água e do campo de velocidades, não é uma tarefa fácil. Por tais razões, o uso de modelos numéricos na obtenção de padrões de escoamento em unidades de contato tem se tornado uma boa alternativa. A falta de dados hidrodinâmicos para a calibração e verificação de modelos numéricos tem sido um dos principais fatores que vem limitando o uso mais extensivo dessa ferramenta. O presente trabalho propõe uma nova técnica de calibração de modelo numérico, baseada no ajuste de curvas de passagem obtidas pelo modelo numérico e as obtidas experimentalmente ao longo das unidades de contato. A metodologia proposta é parcialmente avaliada e os resultados indicam ser essa uma técnica bastante promissora.

 
ABES 041/06 – 31/03/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/09/06
 
ABES 042/06 – 31/03/06
 
Artigo Técnico – Vol.11 - Nº 3 - jul/set 2006, 269-276
 
 

MODELO DE QUANTIFICAÇÃO DO COEFICIENTE DE DISPERSÃO LONGITUDINAL DE PEQUENOS CURSOS DE ÁGUA NATURAIS
Julimara Alves Devens, Antenor Rodrigues Barbosa Júnior, Gilberto Queiroz da Silva

RESUMO:
Nesse estudo, técnicas de campo são utilizadas para determinar o coeficiente de dispersão longitudinal, EL, que é um parâmetro presente nos modelos Fickianos. Esses modelos explicam como a concentração de um poluente decai enquanto transportado pelo rio. No cálculo de EL é aplicado o método da propagação (routing procedure) corrigido para considerar a perda do traçador. Uma equação semi-empírica de previsão de EL é deduzida a partir de modelo de turbulência e da aplicação da análise dimensional. A equação é ajustada aos dados de campo pela técnica de regressão linear múltipla. A equação estima o coeficiente EL com base nas características físicas e hidráulicas facilmente mensuráveis dos corpos de água naturais. São apresentados também resultados da aplicação do modelo proposto utilizando-se dados disponíveis na literatura.

 
ABES 043/06 – 06/04/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 11/07/06
 
ABES 044/06 – 06/04/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 2 - abr/jun 2007, 212-221
 
 

TRATABILIDADE DA ÁGUA DO RESERVATÓRIO DO GUARAPARINGA: EFEITOS DA OZONIZAÇÃO SOBRE ALGUMAS VARIÁVEIS DE QUALIDADE DAS ÁGUAS
Frederico de Almeida Lage Filho, Euvaldo Ramos de Andrade Júnior

RESUMO:
Ensaios de tratabilidade em bancada tendo cloreto férrico como coagulante foram conduzidos para avaliar efeitos da pré-ozonização e da inter-ozonização sobre variáveis de qualidade de águas em diversas etapas de tratamento: demanda de cloro livre (DCL), absorbância de luz ultravioleta em 254 nm (abs UV254) e concentração de matéria orgânica (MO). Para águas decantadas, a ozonização favoreceu a remoção de MO, mas não pareceu influenciar a redução da DCL, em relação aos ensaios sem ozonização. Para as águas filtradas, os ensaios com ozônio proporcionaram maiores remoções de MO e valores da relação DCL/MO do que os ensaios sem ozônio, porém estes últimos foram mais eficientes na redução da DCL. A ozonização da água bruta reduziu a concentração de MO e a abs UV254 mas não a DCL. A DCL imediata da água bruta foi estimada e pareceu não depender do tempo de contato.

 
ABES 045/06 – 10/04/06
 
APROVADO COM REVISÕES
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/11/06
 
ABES 046/06 – 11/04/06
 
EM ANÁLISE.
 
ABES 047/06 – 12/04/06
 
Nota Técnica – Vol.11 - Nº 4 - out/dez 2006, 295-304
 
 

CONSIDERAÇÕES PRÁTICAS SOBRE O TESTE DE DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO (DQO) APLICADO A ANÁLISE DE EFLUENTES ANAERÓBIOS
Sérgio F. de Aquino, Silvana de Queiroz Silva, Carlos A. L.Chernicharo

RESUMO:
Este artigo apresenta resultados de testes laboratoriais que investigaram a influência dos íons cloreto, amonium, ferro e sulfeto no teste de demanda química de oxigênio (DQO), bem como valores dos coeficientes de conversão da matéria orgânica específica (proteínas, carboidratos e lipídeos) determinados empiricamente. O artigo apresenta, ainda, resultados da comparação dos métodos colorimétrico e titulométrico de determinação da DQO e faz uma discussão crítica do uso do teste de DQO como parâmetro de monitoramento da eficiência de sistemas de tratamento anaeróbio.

 
ABES 048/06 – 176/04/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/11/06
 
ABES 049/06 – 18/04/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 21/03/07
 
ABES 050/06 – 20/04//06
 
Artigo Técnico – Vol.11 - Nº 4 - out/dez 2006, 343-352
 
 

INFLUÊNCIA DA DENSIDADE POPULACIONAL NAS RELAÇÕES ENTRE MATÉRIA ORGÂNICA CARBONÁCEA, NITROGÊNIO E FÓSFORO EM RIOS URBANOS SITUADOS EM ÁREAS COM BAIXA COBERTURA SANITÁRIA
Harry Alberto Bollmann , David M.L. da Motta Marques

RESUMO:
O objetivo principal deste trabalho é a análise da variação da relação entre a matéria orgânica carbonácea (representada pelas Demandas Biológica e Bioquímica de Oxigênio), Nitrogênio Total Kjeldhal e Fósforo Total nas águas de pequenos rios urbanos cujas áreas de drenagem apresentem baixa cobertura sanitária. Para isso, foram selecionadas 4 bacias hidrográficas urbanas com ocupação residencial, densidade populacional entre 0 e 100 hab/ha e similaridade de condições naturais e de ocupação humana. Os resultados mostraram alterações importantes nas relações entre os conteúdos de matéria orgânica carbonácea, Nitrogênio e Fósforo indicando que, a partir de uma condição natural não urbanizada, mesmo pequenas densidades populacionais são capazes de alterar significativamente a qualidade das águas.

 
ABES 051/06 – 24/04/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 06/10/06
 
ABES 052/06 – 24/04/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 21/11/06
 
ABES 053/06 – 24/04/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/01/07
 
ABES 054/06 – 25/04/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 4 - out/dez 2007, 361-370
 
 

ESTUDO DA COAGULAÇÃO APLICADA À FILTRAÇÃO DIRETA DESCENDENTE
Eliane Prado Cunha, Ana Raquel Teixeira, Cristina Poggliali Almeida, Marcelo Libânio, Valter Lúcio de Pádua

RESUMO:
Neste trabalho compara-se o desempenho dos coagulantes Cloreto Férrico, Sulfato de Alumínio, Sulfato Férrico e
Hidróxi-Cloreto de Alumínio – isoladamente ou combinados com polímeros catiônicos – na redução da cor aparente, turbidez e fitoplâncton visando ao tratamento por filtração direta descendente. Os ensaios foram realizados em reatores estáticos e em unidade piloto, empregando água captada em reservatório de acumulação. Os resultados obtidos com os coagulantes analisados nas dosagens recomendadas para filtração direta forneceram valores de cor aparente e turbidez em acordo com a Portaria 518/2004 do Ministério da Saúde. Não foi significativa a diferença, para o nível de significância de 5%, entre os coagulantes testados em escalas de bancada e piloto.

 
ABES 055/06 – 26/04/06
 
APROVADO COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 21/03/07
 
ABES 056/06 – 28/04/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 20/07/06
 
ABES 057/06 – 02/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 20/03/07
 
ABES 058/06 – 02/05/06
 
Nota Técnica – Vol.11 - Nº 4 - out/dez 2006, 385-393
 
 

USINAS DE COMPOSTAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO: QUALIDADE DOS COMPOSTOS E PROCESSOS DE PRODUÇÃO
Luciana Pranzetti Barreira, Arlindo Philippi Junior, Mario Sergio Rodrigues

RESUMO:
O artigo aborda a qualidade do composto produzido nas usinas de compostagem do estado de São Paulo/Brasil, tanto física quanto quimicamente. Foram coletadas amostras em 14 usinas operantes em dois períodos distintos (Inverno/2003 e Verão/2004). Como as usinas estudadas apresentavam estruturas distintas, foi necessário o agrupamento com o intuito de comparação entre elas. Os grupos foram formados por usinas com processo Dano, usinas com peneiras rotatórias, usinas com trituradores ou moinhos e usinas sem tratamento após a esteira de triagem. Como resultados foram apontadas as interferências das estruturas das usinas no material encaminhado ao pátio, os baixos valores para nutrientes e metais pesados e a presença de inertes no produto final.

 
ABES 059/06 – 03/05/06
 
Arquivo Técnico – Vol.12 - Nº 2 - abr/jun 2007, 181-191
 
 

REMOÇÃO DE ETANOL E BENZENO EM REATOR ANAERÓBICO HORIZONTAL DE LEITO FIXO NA PRESENÇA DE SULFATO
Eduardo Bosco Mattos Cattony, Rogers Ribeiro, Marcelo Zaiat, Eugênio Foresti, Maria Bernadete Amâncio Varesche

RESUMO:
Reator anaeróbio horizontal de leito fixo (RAHLF), preenchido com espumas de poliuretano, foi usado para tratar benzeno em solução etanólica, sob condições sulfetogênicas. Benzeno foi adicionado em concentração inicial de 2,0 mg.l-1, seguido de aumentos que variaram até 10 mg.l-1. O etanol foi adicionado em concentrações de 170 mg.l-1 a 980 mg.l-1. Soluções de sulfato ferroso e sulfato de sódio foram usadas, nas concentrações
de 91 e 550 mg.l-1, respectivamente. O reator foi operado a
30 (± 2) ºC com tempo de detenção hidráulica de 12 h. A remoção da matéria orgânica foi próxima a 90% com taxa máxima de degradação de benzeno de 0,07 mgbenzeno.mg-1SSV.d-1. O presente trabalho corrobora os dados obtidos por Cattony et al (2005), na medida em que torna mais consistente a proposta do uso de unidades compactas de RAHLF, para a biorremediação
in situ de compostos aromáticos.

 
ABES 060/06 – 03/05/06
 
Artigo Técnico – Vol.11 - Nº 4 - out/dez 2006, 325-336
 
 

DIFERENTES MODELOS DE GESTÃO DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO PRODUZEM OS MESMOS RESULTADOS? UM ESTUDO COMPARATIVO EM MINAS GERAIS COM BASE EM INDICADORES
Léo Heller, Marcelo Libânio Coutinho, Sueli Aparecida Mingoti

RESUMO:
O trabalho compara grupos de 600 municípios de Minas Gerais, segundo as diferentes categorias de gestores dos serviços de saneamento: (1) aqueles em que a sede tem os sistemas administrados por autarquia municipal, conveniada com a FUNASA; (2) em que a autarquia fora outrora conveniada com a FUNASA; (3) sistemas sob responsabilidade de autarquia municipal; (4) sistemas de abastecimento de água administrados pela COPASA e de esgotamento sanitário pelo município; (5) ambos os serviços administrados pela COPASA; (6) serviços administrados diretamente pela prefeitura e (7) novos municípios, criados após 1989. A pesquisa foi realizada para o ano base de 1998, empregando dados secundários. Foram construídos indicadores operacionais, epidemiológicos e sociais para cada um dos municípios. As comparações foram realizadas por meio de diversas técnicas estatísticas, incluindo multivariadas. Os resultados indicam diferenças entre os gestores e que, além do bom desempenho da COPASA em alguns aspectos, o conjunto de municípios com serviços administrados por autarquias destaca-se positivamente.

 
ABES 061/06 – 08/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 05/10/06
 
ABES 062/06 – 08/05/06
 
Artigo Técnico – Vol.11 - Nº 4 - out/dez 2006, 353-361
 
 

ANÁLISE DE CONTRATOS DE CONCESSÃO PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO NO BRASIL
Alceu de Castro Galvão Junior, Mario Augusto Parente Monteiro

RESUMO:
O presente estudo apresenta uma análise comparativa de aspectos específicos dos instrumentos contratuais de concessão dos serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto em quatro municípios brasileiros, firmados em anos recentes, no contexto da superação do modelo legal instituído pelo Planasa a partir da década de 1970. Os contratos foram avaliados quanto ao pagamento de outorga, tarifas, metas de cobertura e investimentos, regulação, fiscalização e controle social, e direitos dos usuários. A análise realizada evidenciou a falta de uniformidade no tratamento de questões relevantes nas concessões, sugerindo que tal fato decorra da indefinição de um novo marco regulatório aplicável ao setor de saneamento.

 
ABES 063/06 – 09/05/06
 
APROVADO COM REVISOES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/10/06
 
ABES 064/06 – 10/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 27/02/07
 
ABES 065/06 – 11/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07
 
ABES 066/06 – 12/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/11/06
 
ABES 067/06 – 17/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07
 
ABES 068/06 – 18/05/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 1 - jan/mar 2007, 71-78
 
 

VIABILIDADE DA APLICAÇÃO DO MÉTODO RESPIROMÉTRICO DE BARTHA PARA DETERMINAÇÃO DA BIODEGRADAÇÃO DE POLUENTES OU RESÍDUOS EM LATOSSOLOS
Gabriela Sá Leitão de Mello, Dione Mari Morita, Sidneide Manfredini, Irma Nelly Gutierrez Rivera

RESUMO:
Para avaliar a possibilidade de biorremediação em áreas contaminadas, é necessário determinar a biodegradação dos poluentes no solo. Para esta determinação, emprega-se comumente no Brasil, o método respirométrico de Bartha, adaptado de uma norma holandesa. Porém, os solos tropicais possuem características bem diferentes dos solos de regiões de clima temperado. Neste trabalho, foi estudada a aplicabilidade de tal método para um latossolo, tipo de solo predominante no Estado de São Paulo. A partir dos resultados obtidos, foi possível verificar que reações abióticas geram gás carbônico em quantidades significativas. Constatou-se, também, a dificuldade de esterilização do solo em autoclave, o que impossibilita a avaliação da remoção dos poluentes por outros mecanismos ou a biodegradação dos mesmos por microrganismos exógenos somente. Portanto, não se recomenda a aplicação do teste respirométrico de Bartha para a determinação da biodegradabilidade de poluentes em latossolos.

 
ABES 069/06 – 18/05/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº 4 - out/dez 2007, 399-409
 
 

AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE AMBIENTAL DE RESERVATÓRIOS À EUTROFIZAÇÃO
Maria Cléa Brito de Figueirêdo, Adunias S. Teixeira, Lúcia de Fátima Pereira Araújo, Morsyleide Freitas Rosa, Walt Disney Paulino, Suetônio Mota, José Carlos Araújo

RESUMO:
Esse trabalho apresenta uma ferramenta de análise da vulnerabilidade de reservatórios à eutrofização, visando subsidiar ações de controle e remediação desse processo. Foram analisadas três subbacias de açudes – Araras, Edson Queiroz e Jaibaras, da bacia do Acaraú, CE, Brasil. A análise multiatributo usada na definição de indicadores ambientais de vulnerabilidade dos açudes à eutrofização, considerou sua sensibilidade e fatores de pressão nas suas sub-bacias que acarretam o transporte de sedimentos e nutrientes para os reservatórios. Foi utilizado um Sistema de Informações Geográficas (SIG) com a ferramenta álgebra de mapas para manipular dados de uso e ocupação do solo, declividade do terreno e erodibilidade do solo. Foi identificada alta vulnerabilidade à eutrofização nos três açudes pelas susceptibilidades à erosão, alta carga poluidora principalmente pela pecuária extensiva na região e baixa profundidade relativa dos reservatórios.

 
ABES 070/06 – 19/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07
 
ABES 071/06 – 19/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 09/11/06
 
ABES 072/06 – 22/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/07/06
 
ABES 073/06 – 22/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 04/05/07
 
ABES 074/06 – 22/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07
 
ABES 075/06 – 22/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 20/07/06
 
ABES 076/06 – 22/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 05/03/07
 
ABES 077/06 – 26/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 04/10/06
 
ABES 078/06 – 30/05/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07
 
ABES 079/06 – 05/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 23/03/07
 
ABES 080/06 – 05/06/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº2 - abr/jun 2007, 139-148
 
 

ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTALDOS SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DAS ÁGUAS DOCES SUPERFICIAIS BRASILEIRAS
Denise Gallo Pizella, Marcelo Pereira de Souza

RESUMO:
O Brasil é um país dotado de grandes reservas hídricas superficiais e biodiversidade aquática, apesar de sua distribuição desigual entre as diversas regiões hidrográficas. O sistema de classificação das águas doces superficiais brasileiras norteia-se pelos pressupostos e instrumentos das políticas nacionais de meio ambiente e de recursos hídricos, regulamentadas por outras legislações, como a Resolução CONAMA nº 357/05. O presente trabalho objetivou-se a analisar os problemas existentes na gestão da qualidade hídrica brasileira frente às premissas de sustentabilidade ambiental, buscando-se, por meio das estratégias adotadas em países de referência, identificar novas tendências. Constataram-se entraves de ordem técnica, legal, econômica, social e institucional, como: falta de articulação entre os instrumentos das políticas hídrica e ambiental, dificuldades na criação de Comitês e as Agências de Bacias, incongruência entre objetivos de qualidade protetivos e a existência de classes de qualidade permissivas, estabelecimento de padrões qualitativos considerando apenas as características físico-químicas e microbiológicas da água, defasagem do sistema de informações ambientais, dentre outros. A partir deste diagnóstico, buscou-se levantar recomendações para o aperfeiçoamento do sistema.

 
ABES 081/06 – 06/06/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº1 - jan/mar 2007, 42-51
 
 

OS MICRORGANISMOS NAS ATIVIDADES DE DISPORSIÇÃO DE ESGOTOS NO SOLO - ESTUDO DE CASO
Adriana de Souza Cavinatto, Wanderley da Silva Paganini

RESUMO:
Este trabalho apresenta os resultados da pesquisa de ovos de helmintos, Salmonella sp, coliformes totais e E. coli no esgoto afluente, efluente e no solo da Estação de Tratamento de Esgotos de Populina (SP), cujo método de tratamento é o escoamento superficial no solo. Os resultados mostraram que o sistema de tratamento foi capaz de reduzir o número de ovos de helmintos presentes no esgoto. O número de organismos encontrados a 50 metros de distância do ponto de aplicação foi menor do que a 20 metros e os mesmos são encontrados em maior número na superfície do solo e a 20 m de distância do ponto de aplicação dos esgotos. O sistema não foi eficiente na remoção de Salmonella sp., coliformes totais e E. coli. Cabe salientar que a Estação de Tratamento está operando acima da capacidade para a qual foi projetada, o que justificaria tais resultados.

 
ABES 082/06 – 06/06/06
 
NÃO APROVADO
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07
 
ABES 083/06 – 19/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 21/05/07
 
ABES 084/06 – 19/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/10/06
 
ABES 085/06 – 19/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 14/06/07
 
ABES 086/06 – 21/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/10/06
 
ABES 087/06 – 23/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/04/07
 
ABES 088/06 – 23/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/07/06
 
ABES 089/06 – 28/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/06/07
 
ABES 090/06 – 28/06/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº2 - abr/jun 2007, 149-159
 
 

MODELAÇÃO MATEMÁTICA MACROSCÓPICA DA PERDA DE CARGA E DA REMOÇÃO DE SÓLIDOS SUSPENSOS TOTAIS NA FILTRAÇÃO DIRETA ASCENDENTE
Alexandre Botari, Luiz Di Bernardo

RESUMO:
A utilização de um modelo matemático permite a obtenção de condições otimizadas de operação, o que conduz à melhoria do controle e da previsão do processo de filtração. Os modelos matemáticos descrevem o processo de filtração através dos mecanismos de remoção de partículas que ocorre no meio filtrante. Este trabalho propõe a modelação matemática baseada nos modelos que descrevem macroscopicamente o processo de filtração e que incluem, por exemplo, o mecanismo de desprendimento de partículas do meio filtrante e a alteração da porosidade do material retido durante a filtração. O modelo desenvolvido foi adaptado para a aplicação à filtração direta ascendente em material granular de areia grossa inserido no processo de dupla filtração.

 
ABES 091/06 – 28/06/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº2 - abr/jun 2007, 169-180
 
 

DINÂMICA DE NITROGÊNEO EM UM SISTEMA DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO NA REGIÃO DO VALE DO RIBEIRA
(São Paulo – Brasil)

Adriana Cristina Poli Miwa, Rogério Herlon Furtado Freire, Maria do Carmo Calijuri

RESUMO:
Esta pesquisa teve como principal objetivo investigar os pro-cessos envolvidos nas transformações do nitrogênio em um sistema de lagoas de estabilização. Em amostragem nictemeral (24 horas) observou-se forte estratificação térmica durante a maior parte do ciclo amostrado a qual condicionou a compartimentalização vertical e a estratificação química nas duas lagoas, possibilitando a análise dos processos de forma segmentada pela ACP (análise de componentes principais), que mostrou-se ferramenta estatística muito útil na caracterização dos processos. A degradação de proteína, com subseqüente geração e acúmulo de nitrogênio amoniacal, foi observada, além da possível excreção de proteína ou aminoácidos por organismos fitoplanctônicos na superfície das lagoas. A provável ocorrência de nitrificação na superfície da lagoa anaeróbia evidenciou a necessidade de otimização de operação do sistema a fim de viabilizar a remoção de nitrogênio através da desnitrificação, processo provavelmente inibido pelas elevadas concentrações de oxigênio dissolvido registradas durante o dia.

 
ABES 092/06 – 29/06/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 20/09/06
 
ABES 093/06 – 03/07/06
 
NÃO APROVADO, COM SUGESTÃO DE RE-SUBMISSÃO
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 27/07/06
  NOVA SUBMISSÃO: 15/08/06 - EM ANÁLISE
 
ABES 094/06 – 04/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 01/02/07
 
ABES 095/06 – 04/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 01/02/07
  NOVA SUBMISSÃO: 16/08/07
  NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 22/10/07
 
ABES 096/06 – 12/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR:18/10/06
 
ABES 097/06 – 17/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/10/06
 
ABES 098/06 – 17/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 26/04/07
 
ABES 099/06 – 18/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 11/10/06
 
ABES 100/06 – 21/07/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº2 - abr/jun 2007, 192-201
 
 

METODOLOGIAS PARA DETERMINAÇÃO DE ATIVIDADE METANOGÊNICA ESPECÍFICA (AME) EM LODOS ANAERÓBICOS
Sérgio F. Aquino, Carlos A. L. Chernicharo, Eugênio Foresti, Maria de Lourdes Florêncio dos Santos, Luiz O. Monteggia

RESUMO:
Esse artigo apresenta uma revisão sobre os diferentes protocolos para a determinação da atividade metanogênica específica (AME) de lodos anaeróbios. Os protocolos propostos se diferem tanto em relação aos procedimentos adotados para a incubação do lodo, quanto ao método utilizado para quantificação do metano produzido durante o teste. São discutidos os princípios dos métodos manométricos e volumétricos, e descritos brevemente os protocolos de incubação do lodo, de medição do metano e o procedimento para cálculo da AME obtida pelos métodos mais utilizados pela comunidade científica nacional.

 
ABES 101/06 – 21/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 09/10/06
 
ABES 102/06 – 24/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 24/10/06
 
ABES 103/06 – 26/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 10/10/06
 
ABES 104/06 – 26/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 26/03/07
 
ABES 105/06 – 27/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 01/02/07
 
ABES 106/06 – 28/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 08/10/07
 
ABES 107/06 – 28/07/06
 
Artigo Técnico – Vol.13 - Nº2 - abr/jun 2008, 207-216
 
 

RECICLAGEM DE LODO DE ESGOTO EM PLANTAÇÃO DE EUCALIPTO: CARBONO E NITROGÊNIO
Ana Cláudia Silva de Lira, Marcelino Carneiro Guedes, Valdir Schalch

RESUMO:
O objetivo geral do trabalho desenvolvido foi avaliar como o lodo de esgoto (biossólido) altera os estoques de C e N em plantação de eucalipto. O estudo foi conduzido com aplicação de doses até 40 t ha-1 de biossólido, em base seca, para cultivo de Eucalyptus grandis. Os eucaliptos que receberam
10 t ha-1 de biossólido apresentaram igual desenvolvimento aos que receberam adubação mineral completa, produzindo, em média, 107,5 t ha-1 de biomassa acima do solo, 63% a mais do que a testemunha. Esses tratamentos apresentaram também maiores valores de conteúdo de C e N na biomassa. O biossólido tratado com cal, aplicado em superfície, apresentou baixas taxas de decomposição e não contribuiu para aumentar os estoques totais de C e N no solo. O efeito do resíduo sobre o desenvolvimento das árvores é mais importante para fornecer entradas de material orgânico no sistema do que sua própria aplicação.

 
ABES 108/06 – 31/07/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº4 - out/dez 2007, 446-456
 
 

PLANEJAMENTO DE PROGRAMAS DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO NO BRASIL: UMA ANÁLISE MULTIVARIADA
Nébel da Costa, Newton da Costa Jr., Mônica Luna, Paulo Selig, Janaíde Rocha

RESUMO:
Este trabalho desenvolve um modelo, baseado em técnicas exploratórias de dados e de estatística multivariada, que permite identificar as variáveis mais relevantes associadas ao sucesso da implementação de programas de reciclagem de resíduos de construção e demolição (RCD) nos municípios brasileiros. Os resultados da pesquisa mostraram que existem diferenças marcantes entre as cidades que implantaram programas de reciclagem de RCD e aquelas que não implantaram. As variáveis mais significativas encontradas foram: percentual de funcionários de nível médio que trabalham na prefeitura, renda média anual do município, percentual de domicílios com água, existência de programas de coleta seletiva de lixo, programas de incentivo para geração de trabalho e renda e existência de áreas de recepção de entulhos, a maioria relacionadas à gestão municipal.

 
ABES 109/06 – 31/07/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 29/01/07
 
ABES 110/06 – 07/08/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 11/04/07
 
ABES 111/06 – 07/08/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/10/06
 
ABES 112/06 – 21/08/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/10/06
 
ABES 113/06 – 07/08/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 14/10/06
 
ABES 114/06 – 10/08/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº2 - abr/jun 2007, 229-236
 
 

EMPREGO DE COBERTURAS SECAS NO CONTROLE DA DRENAGEM ÁCIDA DE MINA - ESTUDOS EM CAMPO
Sérgio Luciano Galatto, Rosana Peporine Lopes, Álvaro José Back, Daiane Zanette Bif, Eder Luis Santo

RESUMO:
No sul catarinense, cristais de pirita associados a rejeitos de beneficiamento de carvão mineral, quando alterados, desencadeiam o processo conhecido como drenagem ácida de mina (DAM). Este trabalho objetivou avaliar a eficiência de três sistemas de coberturas secas sobre estes rejeitos, como uma opção para o controle da DAM. Agentes neutralizantes da DAM como a cinza pesada e o calcário foram misturados com os rejeitos ou dispostos acima destes. Para reduzir a infiltração de água e difusão de oxigênio no meio, foi empregada uma camada de 50 cm de solo silte-argiloso compactado. Os experimentos foram monitorados por um ano, sendo analisados nos lixiviados alguns parâmetros indicadores da DAM, além da presença de bactérias ferro-oxidantes e sulfato-redutoras. Os resultados obtidos indicaram uma boa eficiência na prevenção da DAM de dois dos três sistemas de coberturas pesquisados.

 
ABES 115/06 – 11/08/06
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/04/07
 
ABES 116/06 – 15/08/06
 
Artigo Técnico – Vol.12 - Nº2 - abr/jun 2007, 202-211
 
 

ASPECTOS DE CONTAMINAÇÃO BIOLÓGICA EM FILTROS DE CONDICIONADORES DE AR INSTALADOS EM DOMICÍLIOS DA CIDADE DE MANAUS - AM
Elizabeth Ferreira Cartaxo, Ana Catarina Lima Chaves Gonçalves, Fabrício Rodrigues Costa, Isla Maria Valois Coelho, Januário Gama dos Santos

RESUMO:
Este trabalho apresenta resultados da pesquisa de contaminação dos filtros de condicionadores de ar instalados no setor residencial da cidade de Manaus. A pesquisa foi realizada no âmbito do projeto CAEMA (Condicionadores de Ar, Energia e Meio Ambiente) que consistiu na troca de aparelhos de ar condicionado ineficientes por eficientes na zona urbana da cidade. Dos 500 condicionadores de ar retirados do sistema pelo projeto, foram selecionados 50 filtros (10%) para a análise de contaminação biológica, tendo sido identificada uma enorme variedade de agentes prejudiciais à saúde humana, entre bactérias e fungos. A bactéria mais vezes identificada foi a Staphylococcus sp e o fungo mais freqüente foi o Penicillium sp. Também foi possível verificar, por meio de entrevistas telefônicas junto a 37 usuários desses equipamentos, a grande incidência de sintomas associados a problemas de insuficiente qualidade de ar nos ambientes residenciais. Circunstâncias que motivaram a oportunidade desta pesquisa também impossibilitaram a coleta das amostras por unidade de volume, com os condicionadores ainda em funcionamento. Esse fato não comprometeu os objetivos da pesquisa, de promover a reflexão sobre os cuidados com a correta limpeza dos condicionadores de ar residenciais.