| REG.
ABES 001/03 - 07/ 01/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 16/10/03. |
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| REG.
ABES 002/03 - 07/ 01/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 26/09/03. |
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| REG.
ABES 003/03 - 10/ 02/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 285-290– VOL.8. Nº 3 OUT/DEZ
2003. |
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CRYPTOSPORIDIUM
E GIARDIA EM EFLUENTES BIOLÓGICAMENTE TRATADOS
LUCIANA SOUZA CARDOSO/GERALDO A. DE CARLI/SÉRGIO
JOÃO DE LUCA
RESUMO:
A ocorrência de protozoários patogênicos
tem causado grande preocupação na área
ambiental. Por esta razão, foi realizada uma avaliação
da presença de Cryptosporidium e Giardia sp. em efluentes
biologicamente tratados, antes e após a desinfecção
com hipoclorito de sódio. O delineamento experimental
contou com efluentes de quatro ETEs, três tempos de
detenção para a desinfecção
e duas concentrações de HOCl. A densidade
média de Cryptosporidium, 1042 oocistos/100L, foi
superior à média de Giardia, 431 cistos/100L,
em todos os tratamentos testados. Uma maior amplitude de
valores foi constatada nas amostras brutas quando comparadas
com as desinfetadas. Não foram verificadas correlações
(r-Pearson) significativas (p<0,05) entre os protozoários
Cryptosporidium e Giardia com as variáveis turbidez,
DQO e coliformes (totais e fecais). Os níveis de
protozoários registrados, antes e após a desinfecção,
mostram que as técnicas tradicionais
de desinfecção natural (p. ex., lagoas de
estabilização) foram ineficientes na proteção
ambiental contra estes patógenos.
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| REG.
ABES 004/03 - 10/02/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 26-29– VOL.9. Nº 1 JAN/MAR
2004. |
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TOXIDEZ DE EFLUENTES MUNICIPAIS BIOLOGICAMENTE TRATADOS
E DESINFETADOS COM HIPOCLORITO E FERRATO DE SÓDIO
LUCIANA CARDOSO/SÉRGIO JOÃO DE LUCA
RESUMO:
Um dos principais impactos nos recursos hídricos
causados por efluentes biologicamente tratados é
a toxidez para a biota aquática. O objetivo deste
trabalho foi verificar a toxicidade de efluentes municipais,
desinfetados ou não, em peixes. O delineamento experimental
contou com efluentes de três Estações
de Tratamento de Esgoto (ETE), três tempos de detenção
para a desinfecção, e dois desinfetantes (HOCl
e K2FeO4). Experimentos adicionais com diluição,
variação de pH (NaOH) e com denitrificação
foram também realizados. O organismo alvo dos testes
de toxicidade foi o peixe Pimephales promelas (“fathead
ninnow”). Toxicidade aguda foi verificada nas amostras
brutas de esgotos analisadas, nas tratadas com hipoclorito,
nas dos experimentos com NaOH e de denitrificação.
Redução no efeito tóxico foi verificada
apenas nas amostras de efluente tratado por lodo ativado,
empregando o desinfetante íon ferrato (VI) e nos
experimentos com diluição, melhorando a qualidade
do efluente para a biota aquática.
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| REG.
ABES 005/03 - 18/02/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 274-284– VOL.8. Nº 4 OUT/DEZ
2003. |
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TRATAMENTO
DO EFLUENTE DE UMA INDUSTRIA QUIMICA PELO PROCESSO DE LODOS
ATIVADOS CONVENCIONAL E COMBINADO COM CARVAO ATIVADO
FLÁVIA CAVALEIRO COSTA/FERNANDO ALTINO MEDEIROS
RODRIGUES/GERALDO ANDRÉ THURLER FONTOURA/JUACYARA
CARBONELLI CAMPOS/GERALDO LIPPEL SANT’ANNA JR./MÁRCIA
DEZOTTI.
RESUMO:
No presente trabalho foi estudado o tratamento do efluente
de uma indústria química que se caracteriza
pela composição química complexa, alta
salinidade, elevada temperatura e toxicidade. Numa primeira
etapa, dois biorreatores foram operados em regime contínuo
a 25oC e 35oC, com TRH de 20h, atingindo-se uma remoção
de Carbono Orgânico Dissolvido (COD) de 70%. Posteriormente,
o TRH de ambas unidades foi aumentado para 56 h, constatando-se
um aumento na remoção de COD (85%) e apreciável
remoção de N-NH4+ (95%). O teor de cloreto
no efluente teve um efeito seletivo na população
microbiana presente, interferindo na diversidade de protozoários.
Por fim, o processo “PACT”(Powdered Activated
Carbon Treatment) foi investigado num dos reatores (TRH
de 20h a 35oC), alcançando elevadas remoções
de COD e DQO (85%) e de N-NH4+ (90%).
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| REG.
ABES 006/03 - 10/03/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 268-273– VOL.8. Nº 4 OUT/DEZ
2003. |
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NORMALIZAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO
DE IMPACTOS AMBIENTAIS DA ETE SALGADO FILHO DE CAMPO GRANDE
– MS
ROSÂNGELA MARIA BORGES DOS SANTOS / VERA LÚCIA
RAMOS BONONI
RESUMO:
O
Sistema de Gestão Ambiental consolidou-se como uma
ferramenta eficaz das organizações na busca
de manter seus processos e impactos eficaz das organizações
na busca de manter seus processos e impactos ambientais
sob controle. A identificação dos impactos
ambientais mais significativos, direciona os esforços
e recursos para a melhor forma de controlar e minimizar
tais impactos, por meio da incorporação de
estratégias, objetivos e metas ambientais às
estratégias, objetivos e metas da organização,
fazendo com que os indicadores ambientais definidos durante
o processo de implantação estejam realmente
alinhados às necessidades e visão da organização.
O objetivo do presente trabalho é desenhar o projeto
de implantação de um Sistema de Gestão
Ambiental para o Esgotamento Sanitário do Município
de Campo Grande, utilizando a metodologia preconizada na
norma NBR ISO 14001: 96, de forma a contribuir para melhoria
da qualidade ambiental do Município de Campo Grande.
O modelo de Gestão Ambiental proposto utilizou como
piloto a Estação de Tratamento de Esgoto de
Salgado Filho e teve a preocupação de ser
compatível com o Sistema de Gestão da Qualidade
em fase de implantação na empresa. Os aspectos
ambientais identificados segundo o grau de contaminação
potencial são: Geração de resíduos,
emissões atmosféricas, principalmente os odores
resultantes de emissões de gases sulfrídrico
e metano, utilização de produtos químicos,
consumo de energia e controle de efluente tratado.
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| REG.
ABES 007/03 - 18/03/03 |
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NOTA
TÉCNICA – PG. 209-212 – VOL.8. Nº 4 OUT/DEZ
2003. |
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UTILIZAÇÃO DE EMISSÕES INDUSTRIAIS
GASOSAS PARA REJUVENESCIMENTO DE CAMPOS MADUROS DE PETRÓLEO.
GEORGE DE SOUZA MUSTAFA/ANTONIO OSWALDO DE ALBUQUERQUE
BARBOSA DE SOUZA/PAULO SÉRGIO DE MELLO VIEIRA ROCHA
RESUMO:
O
objetivo desta nota técnica é apresentar o
mapeamento das emissões gasosas geradas pelas indústrias
instaladas no Recôncavo Baiano, com potencial de disponibilizar
CO2 para rejuvenescimento de campos maduros de petróleo.
A quantidade total mapeada foi 197.0950673 m3/ dia, sendo
que, deste total, 17.526.670 m3/dia (32.068 t/dia) representam
as emissões de CO2. Os processos de combustão
de gás são os principais geradores de emissões
gasosas para atmosfera, emitindo 17.207 t/dia de CO2. Entretanto,
como a concentração de CO2 é baixa
(8,13%mol, em média), é necessário
implementar um sistema de purificação para
o CO2 antes de sua utilização pela indústria
petrolífera.
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| REG.
ABES 009/03 - 31/03/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 26/09/03. |
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| REG.
ABES 010/03 - 01/04/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 30-44 – VOL.9. Nº 1 JAN/MAR
2004. |
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SISTEMA DE VISÃO COMPUTACIONAL PARA MEDIÇÃO
DE TURBULÊNCIA E CORRELAÇÃO COM A REAERAÇÃO
DE CORPOS D’ÁGUA RECEPTORES.
MARCOS ROGÉRIO SZÉLIGA/WOODROW NELSON
LOPES ROMA
RESUMO:
Corpos d’água receptores de efluentes de estações
de tratamento de esgotos ou de despejos “in natura”
podem sofrer redução do oxigênio dissolvido.
A recuperação da concentração
de oxigênio ocorre, principalmente, através
da transferência de massa pela interface ar –
água e o processo é incrementado pela turbulência
superficial. A medida dos níveis de turbulência
é importante na determinação da capacidade
natural de reoxigenação desses corpos receptores.
Para medição da turbulência foi desenvolvido
um método que consiste na aquisição
e processamento das imagens decorrentes da incidência
e reflexão, sobre a superfície do escoamento,
de um feixe laser segundo uma geometria que permite determinar
as velocidades de oscilação vertical e a ampliação
superficial. Os dados são relacionados ao coeficiente
de reaeração K2 para estimativa da capacidade
de depuração do corpo d’água.
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| REG.
ABES 011/03 - 01/04/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/03. |
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| REG.
ABES 012/03 - 14/04/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 45-54 – VOL.9. Nº 1 JAN/MAR
2004. |
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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE LAGOAS
DE POLIMENTO RASAS, EM SÉRIE, PARA O PÓS-TRATAMENTO
DE EFLUENTES DE REATOR UASB
LUCIANA CURI ARAÚJO MASCARENHAS/ MARCOS VON SPERLING
/ CARLOS AUGUSTO DE LEMOS CHERNICHARO
RESUMO:
O
presente trabalho avaliou o desempenho de duas lagoas de
polimento rasas (H=0,6 e 0,4m), em série, tratando
efluentes de um reator UASB. Os dados foram levantados durante
seis meses, em unidades de tratamento de esgotos, em escala
de demonstração, em Itabira/MG. As lagoas
apresentaram um excelente desempenho, principalmente quando
operaram mais rasas (H=0,40m) e, apesar do baixo TDH total
no sistema (cerca de 6 dias), produziram um efluente final
com concentração média de 30 mg/L de
DBO; 1,83 x102 NMP/100mL de E.coli; 0,19 ovos de helmintos/L
e 2,0 mg/l de amônia. O lodo acumulado no fundo das
lagoas, após seis meses de funcionamento, apresentou
uma elevada porcentagem (76 a 86%) de ovos viáveis
de Ascaris lumbricoides, o que serve de alerta para o correto
manejo e reúso deste tipo de lodo na agricultura.
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| REG.
ABES 013/03 - 25/04/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 19/11/03. |
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| REG.
ABES 014/03 - 12/05/03 |
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NOTA
TÉCNICA – PG. 07-12 – VOL.9. Nº 1 JAN/MAR
2004. |
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PROGRAMA
DE GESTÃO DE RESÍDUOS E EFLUENTES PARA MARINAS
DE ÁGUAS INTERIORES, TERMINAIS HIDROVIÁRIOS
DE PASSAGEIROS E EMBARCAÇÕES DE TURISMO E
LAZER EM RESERVATÓRIOS
JOZRAEL HENRIQUES REZENDE/
RUI CARLOS BOTTER
RESUMO:
Este trabalho propõe a implementação
de procedimentos, visando adequar a infra-estrutura e a
operação de marinas interiores, de terminais
hidroviários de passageiros e de embarcações
de turismo, lazer e recreio à gestão adequada
de resíduos sólidos, resíduos oleosos
e efluentes sanitários, tendo como referência
a série de normas ISO 14000 e a legislação
ambiental.
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| REG.
ABES 015/03 - 12/05/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/03. |
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| REG.
ABES 016/03 - 12/05/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/03. |
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| REG.
ABES 017/03 - 16/05/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/03. |
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| REG.
ABES 018/03 - 30/05/03 |
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| REG.
ABES 019/03 - 18/06/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/03. |
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| REG.
ABES 020/03 - 25/06/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – APROVADO COM SUGESTÃO DE ALTERAÇÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 04/11/03. |
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| REG.
ABES 021/03 - 25/06/03 |
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NÃO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 26/01/04. |
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| REG.
ABES 022/03 - 30/06/03 |
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NÂO
APROVADO EM 08/10/03.
REVISADO PARA NOVA SUBMISSÃO EM 03/02/04.
EM ANÁLISE. |
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| REG.
ABES 023/03 - 30/06/03 |
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NÂO
APROVADO EM 08/10/03.
REVISADO PARA NOVA SUBMISSÃO EM 03/02/04.
EM ANÁLISE. |
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| REG.
ABES 024/03 - 30/06/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 55-64 – VOL.9. Nº 1 JAN/MAR
2004. |
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RSSS: REVISITANDO AS SOLUÇÕES ADOTADAS
NO BRASIL PARA TRATAMENTO E DESTINO FINAL
NÉLIA LIMA MACHADO/ LUIZ ROBERTO SANTOS
MORAES
RESUMO:
O presente artigo apresenta uma caracterização
das alternativas tecnológicas mais empregadas no
tratamento e destino final da parcela infectante de resíduos
sólidos de serviços de saúde (RSSS)
no País, visando caracterizá-las quanto aos
aspectos conceituais, operacionais e financeiros, à
luz da literatura existente sobre o tema, no sentido de
verificar a adequação do emprego de tais tecnologias.
A pesquisa utilizou como ferramenta metodológica
auxiliar, o método Delphi, com a composição
de um painel com 31 especialistas nacionais no assunto,
que, a partir de rodadas sucessivas de consultas a respeito
do tema tratado, nortearam o direcionamento a ser dado à
caracterização das alternativas de tratamento.
Esse procedimento a conduziu à escolha das valas
sépticas, plasma térmico, incineração,
esterilização em autoclave, desinfecção
por microondas, esterilização por gases e
pirólise, como as alternativas de tratamento e disposição
final de RSSS a serem estudadas. A partir dos resultados
obtidos, conclui-se que não há alternativa
única de tratamento e sim composições
adequadas a cada situação, de forma que o
enfoque a ser dado ao tratamento e disposição
final dos RSSS privilegie o emprego de tecnologias de menor
custo de implantação e operação,
e de mais fácil controle operacional, podendo até
ser admitida uma menor garantia quanto à preservação
ambiental, em favor da exeqüibilidade das soluções.
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| REG.
ABES 025/03 - 09/07/03 |
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| REG.
ABES 026/03 - 22/07/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 16/10/03. |
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| REG.
ABES 027/03 - 23/07/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – APROVADO COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 24/03/04. |
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| REG.
ABES 028/03 - 24/07/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 65-72– VOL.9. Nº 1 JAN/MAR
2004. |
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A confiabilidade analítica dos valores de
turbidez da água filtrada e seu efeito no cumprimento
do padrão de potabilidade
ANA RAQUEL TEIXEIRA/ ELIANE PRADO COSTA SANTOS/
VALTER LÚCIO DE PÁDUA/ LÉO HELLER/
LUIZ DI BERNARDO/ MARCELO LIBÂNIO
RESUMO:
O presente trabalho propõe avaliar a confiabilidade
analítica, em termos de turbidez, dos efluentes de
duas unidades de filtração em escala piloto.
Para tal foram realizadas determinações deste
parâmetro com equipamentos de bancada e de escoamento
contínuo. A partir dos resultados experimentais foram
efetuados testes de confiabilidade e de validade –
considerando o turbidímetro de bancada como padrão
-, com os pontos de corte definidos consoante com as recomendações
da Portaria 1469 e do padrão americano. Por fim,
efetuou-se uma análise de variância e determinou-se
o intervalo de confiança de 95% para a média
dos dados amostrais. Os resultados da análise estatística
corroboraram a constatação de que as determinações
de turbidez estão condicionadas aos distintos princípios
de funcionamento dos equipamentos.
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| REG.
ABES 029/03 - 29/07/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 24/03/04. |
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| REG.
ABES 030/03 - 04/08/03 |
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ARTIGO
TÉCNICO – PG. 73-81 – VOL.9. Nº 1 JAN/MAR
2004. |
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Pós-tratamento de um reator UASB através
de um reator biológico com fungos
GLÓRIA MARIA MARINHO SILVA SAMPAIO/
EMÍLIA MARIA ALVES SANTOS/ RENATO CARRHÁ LEITÃO/
ANDRÉ MACÊDO FACÓ/ EVERALDO ALBUQUERQUE
MENEZES/ SANDRA TÉDDE SANTAELLA
RESUMO:
Este trabalho apresenta um estudo sobre a biodegradação
de água residuária da indústria de
beneficiamento de castanha de caju através de um
sistema em escala laboratorial, constituído por um
reator UASB seguido por um Reator Biológico com Fungos
(RBF). Este sistema contínuo foi alimentado com água
residuária de uma indústria de beneficiamento
de castanha de caju, com o objetivo de verificar seu desempenho,
através de vários ciclos de tempo de detenção
hidráulica, na remoção de demanda química
de oxigênio (DQO), nitrato, amônia e ortofosfato.
O sistema apresentou excelente desempenho na remoção
de DQO e nitrato, porém teve a eficiência de
remoção de amônia e ortofosfato diminuída,
devido a oscilações nas taxas de síntese
e remoção nos reatores para estes parâmetros.
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| REG.
ABES 031/03 - 08/08/03 |
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NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 08/08/03
|
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| REG.
ABES 032/03 - 01/09/03 |
| |
NÃO
APROVADO.
DATA
COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/03. |
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| REG.
ABES 033/03 - 05/09/03 |
|
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| REG.
ABES 034/03 - 08/09/03 |
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| |
| REG.
ABES 035/03 - 15/09/03 |
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| REG.
ABES 036/03 - 22/09/03 |
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| REG.
ABES 037/03 - 22/09/03 |
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APROVADO
COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/03/04. |
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| REG.
ABES 038/03 - 29/09/03 |
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APROVADO
COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 14/04/04. |
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| REG.
ABES 039/03 - 07/10/03 |
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| REG.
ABES 040/03 - 09/10/03 |
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| REG.
ABES 041/03 - 14/10/03 |
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APROVADO
COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/03/04. |
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| REG.
ABES 042/03 - 15/10/03 |
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| REG.
ABES 043/03 - 27/10/03 |
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| REG.
ABES 044/03 - 11/11/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 07/02/04. |
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| REG.
ABES 045/03 - 17/11/03 |
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APROVADO COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/03/04. |
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| REG.
ABES 046/03 |
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| REG.
ABES 047/03 - 09/12/03 |
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APROVADO
COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/03/04. |
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| REG.
ABES 048/03 - 09/12/03 |
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APROVADO
COM REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/03/04. |
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| REG.
ABES 049/03 - 10/12/03 |
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NÂO
APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 27/01/04. |
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| REG.
ABES 050/03 - 22/12/03 |
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| REG.
ABES 051/03 - 23/12/03 |
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| REG.
ABES 052/03 - 26/12/03 |
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| REG.
ABES 053/03 - 29/12/03 |
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