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ÓRGÃO OFICIAL DE INFORMAÇÃO TÉCNICA DA ABES - BRASIL

POSIÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES APRESENTADAS EM 2002
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REG. ABES 001/02 - 17/01/02
 
NOTA TÉCNICA – PG. 103-108 – VOL.7. Nº 3 JUL/SET – Nº 4 OUT/DEZ 2002.
 
 

DESINFECÇÃO DE EFLUENTES TRATADOS COM FERRATO (VI).
SERGIO DE LUCA/ANA BEATRIS DEUS/MARIA A DE LUCA

RESUMO:
Efluentes tratados de lodos ativados, aeração extendida, de reator seqüencial em batelada, de sistema de lagoas de estabilização e de digestor anaeróbio, UASB, foram submetidos a testes cinéticos e em batelada para verificar as potencialidades e a eficiência de desinfecção pelo íon ferrato(VI). Foi otimizada a produção "in situ" do ferrato(VI) de sódio, por eletrosíntese, mostrando que eletrodos baratos de ferro gusa e cuidados operacionais permitem gerar este eficiente oxidante em alta concentração e com baixo custo unitário. Dosagens do íon ferrato(VI) iguais ou superiores a 6,0 mg/L garantem a obediência ao padrão de emissão de 3,0 x 103 NMP/100 mL de E. coli, com tempos de detenção de trinta minutos, para todos os efluentes testados.

 
REG. ABES 002/02 - 17/01/02
 
ARTIGO TÉCNICO PG. 139-143 - VOL.7. Nº 3 JUL/SET – Nº 4 OUT/DEZ 2002
 
 

AVALIAÇÃO DO IMPACTO MBIENTAL GERADO POR EFLUENTES FOTOGRÁFICOS, GRÁFICOS E RADIOLÓGICOS EM PORTO ALEGRE, RS, BRASIL.
MARIA TERESA RAYA RODRIGUES

RESUMO:
O presente estudo tem o objetivo de dimensionar a geração e o impacto ambiental dos efluentes fotográficos, gráficos e radiológicos na cidade de Porto Alegre, RS – Brasil. Foram avaliadas as quantidades de filmes e de insumos químicos consumidos mensalmente e as quantidades dos efluentes gerados a partir deste consumo.
Foram realizados ensaios ecotoxicológicos com a Ceriodaphnia dúbia, onde comprovou-se a toxicidade aguda e crônica deste efluente, relacionando-a com a presença da prata nos efluentes gerados. Com a análise destes dados fica evidenciada a necessidade de orientação aos serviços radiológicos, gráficos e fotográficos, no sentido da diminuição dos custos de seus processos pelo reaproveitamento do metal, tendo como conseqüência uma redução na quantidade do efluente gerado.

 
REG. ABES 003/02 - 21/01/02
 
ARTIGO TÉCNICO - PG. 144-150 - VOL.7. Nº 3 JUL/SET – Nº 4 OUT/DEZ 2002
 
 

PROCESSO DE CODISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DE CURTUME.
SILVA MUNIZ, WILTON SILVA LOPES, VALDERI DUARTE LEITE e SHIVA PRASAD


RESUMO:
A indústria de curtume produz resíduos sólidos contendo cromo na forma trivalente que, na maioria das vezes, apresenta concentração na faixa situada entre 25 a 30 g.kg-1 de óxido de cromo. Este trabalho avalia a taxa de bioestabilização de resíduos sólidos de indústrias de curtumes e a eficiência de atenuação de cromo total após processo de codisposição. Foi realizado experimento inteiramente casualizado com 03 três tratamentos e 03 repetições durante 135 dias, enquanto que a eficiência de atenuação de cromo foi obtida conhecendo a massa de cromo aplicada e a massa de cromo atenuada para os três tratamentos. Não houve diferença significativa ao nível de 5% pelo teste F para a taxa de bioestabilização. A taxa de bioestabilização para o carbono orgânico total e para a demanda química de oxigênio foram respectivamente 8,2 x 10–3 dia-1 e 2,3 x 10–3 dia-1.

 
REG. ABES 004/02 – 04/02/02
 
NOTA TÉCNICA – PG. 109-111 - VOL.7. Nº 3 JUL/SET – Nº 4 OUT/DEZ 2002
 
 

METODOLOGIA PARA A CONTAGEM DE CIANOBACTÉRIAS EM CÉLULAS/ML - UM NOVO DESAFIO PARA O ANALISTA DE LABORATÓRIO.
FERNANDO ANOTINO JARDIM, SIMONI OLIVEIRA CAVALIEREI, PATRICIA C. GALLINARI e
LENORA N. LUDOLF VIANNA


RESUMO:
O trabalho apresenta uma metodologia para a contagem de cianobactérias (Cyanophyceae) em número de células por mililitro de amostra face à real necessidade exigida pela portaria no. 1469 do Ministério da Saúde (12/2000) aos laboratórios de hidrobiologia das companhias de saneamento e institutos de pesquisa no Brasil. Com o objetivo de se padronizar a contagem das células de cianobactérias e facilitar a execução dos trabalhos rotineiros do laboratório, realizou-se uma adaptação ao cálculo da Unidade Padrão de Área (UPA), aceita internacionalmente. Após a padronização dessa contagem, a técnica foi então avaliada através da aplicação nas análises de rotina com resultados satisfatórios.

 
REG. ABES 005/02 - 04/02/02
 
NOTA TÉCNICA – PG. 112-116 - VOL.7. Nº 3 JUL/SET – Nº 4 OUT/DEZ 2002
 
 

SELEÇÃO DE PADRÕES DE EMISSÃO ATMOSFERICA:UM ESTUDO DE CASO PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS.
VANUSA MARIA F. JACOBINO, EDUARDO DELANO e LUIZ FERANDO ANDRADE DE CASTRO

RESUMO:
A redução dos impactos decorrentes da poluição atmosférica requer o controle das fontes de emissão de poluentes de forma a garantir um nível de contaminação do ar compatível com uma condição de não degradação ambiental. Este controle, por sua vez, envolve a seleção de padrões de emissão, os quais devem ser estabelecidos de forma a: (1) fornecer proteção adequada à saúde pública e ao meio ambiente; (2) ser sistemático e tecnicamente válido; (3) fornecer capacidade de planejamento e flexibilidade às indústrias e (4) minimizar imposição de rigidez à indústria. No presente trabalho é apresentado um estudo de caso no qual, a partir destes critérios, foi feita a seleção de padrões de emissão atmosférica para pequenas e médias empresas levando-se em conta fatores sócio-econômicos e ambientais, o atendimento aos padrões de qualidade do ar, bem como a opinião de especialistas da área, comunidade, empresas e órgão de legislação ambiental.

 
REG. ABES 006/02 - 05/02/02
 
ARTIGO TÉCNICO - PG. 151-155 - VOL.7. Nº 3 JUL/SET – Nº 4 OUT/DEZ 2002
 
 

REMOÇÃO DE DQQ DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE INDUSTRIAS TÊXTEIS EMPREGANDO O PROCESSO DE LODOS ATIVADOS EM BATELADA.
ANDRE BEZERRA DOS SANTOS e SANDRA TEDDE SANTAELLA

RESUMO:
Comprovou-se a variação da concentração de matéria orgânica em água residuária têxtil de fabricação de índigo, medida em termos de DBO e/ou DQO, não somente durante as horas do dia, mas também durante o mesmo dia da semana e hora do dia, em quatro semanas consecutivas. Obteve-se 0,21 como valor médio da relação DBO/DQO para o afluente bruto, o qual foi considerado possuir moderado caráter biodegradável. Estudou-se em escala de laboratório o processo de lodos ativados em batelada com aeração prolongada, aplicado à remoção de DQO total de uma água residuária considerada não biodegradável. Foram estudados os tempos totais de ciclo no reator de lodos ativados em batelada de 10h, 15h e 20h, os quais forneceram remoções médias de 67%, 74% e 81%, respectivamente. Assim, o reator de lodos ativados em batelada com aeração prolongada pode ser considerado uma interessante alternativa para remoção de DQO de águas residuárias têxteis de fabricação de índigo.

 
REG. ABES 007/02 - 08/03/02
 

ARTIGO TÉCNICO - PG. 59-68 VOL.8 Nº 2 ABR/JUN 2003.

 
 

MODELO MATEMÁTICO DE REMOÇÃO ORGÂNICOS VOLÁTEIS EM UNIDADES DE ARRASTE COM AR DIFUSO.
RENATO CARLOS ZAMBON, DIONE MARI MORITA, PODALYRO AMARAL DE SOUZA.

RESUMO:
Compostos orgânicos voláteis podem ser transferidos da fase líquida para a gasosa em estações de tratamento de esgoto sanitário, causando danos à saúde pública. O presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de propor um modelo matemático de transferência destes compostos em unidades de arraste com ar difuso, considerando o grau de turbulência. O modelo foi calibrado com os resultados de ensaios de transferência de oxigênio, realizados em uma instalação piloto. Nas simulações utilizando o modelo, observou-se a complexidade das relações entre os diversos parâmetros envolvidos, destacando-se uma variação significativa do fluxo de massa por unidade de área ao longo da profundidade.

 
REG. ABES 008/02 – 13/03/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 25/09/02.
 
REG. ABES 009/02 - 23/03/02
 

NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 20/05/03.

 
REG. ABES 010/02 - 04/04/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 17/10/02.
 
REG. ABES 011/02 - 05/04/02
 
NOTA TÉCNICA - PG. 13-25 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
 
 

INDICADORES DE SAÚDE AMBIENTAL COM ENFOQUE PARA A ÁREA DE SANEAMENTO.
PARTE 1 - ASPECTOS TEÓRICO-CONCEITUAIS
PATRICIA CAMPOS BORJA e LUIZ R MORAES

RESUMO:( PARTE 1 - ASPECTOS CONCEITUAIS E METODOLÓGICOS )
O artigo discute aspectos conceituais e metodológicos da construção de sistemas de indicadores em saúde ambiental, abordando os objetivos dos mesmos, as metodologias utilizadas, as experiências implementadas, incluindo aí, a proposta do modelo FPEEEA da Organização Mundial da Saúde e os trabalhos brasileiros neste campo. Também é realizada uma avaliaçãocrítica sobre o conhecimento produzido, bem como uma avaliação sobre a experiência brasileira na construção de indicadores de saneamento ambiental e apresentam-se ainda, os esforsos do Ministério da Saúde do Brasil em estabelecer para a vigilância da qualidade da água de consumo humano. Como contribuição de sistema de indicadores no campo do saneamento, elaborou-se uma matriz da causa e efeito de doenças relacionadas ao saneamento e fez-se uma proposts dos indicadores correspondentes.

REG. ABES 011/02 - 05/04/02
  NOTA TÉCNICA - PG. 26-38 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
   

INDICADORES DE SAÚDE AMBIENTAL COM ENFOQUE PARA A ÁREA DE SANEAMENTO.
PARTE 2 -ESTUDO DE CASOS
PATRICIA CAMPOS BORJA e LUIZ R MORAES.

RESUMO:( PARTE 2 - ESTUDO DE CASOS )
São apresentados dois estudos de caso realizados na cidade de Salvador que abordam o uso de indicadores de saneamento de saúde. O primeiro estudo objetivou avaliar as condições de saneamento ambiental em trita e quatro micro-áreas da cidade através de indicadores eíndices. O estudo demostrou que existe uma distribuição desigual dos serviços desaneamento na cidade de Salvador e que as micro-áreas estudadas podem ser agrupadas em cinco classes de qualidade segundo o índice de saneamento. O segundo estudo aborda a avaliação do impacto das medidas de saneamento implantadas em uma localidade da periferia urbana da cidade. O estudo demostrou que houve uma melhoria significativa da salubridade ambiental e da saúde da população. A prevalência de diarréia em crianças menores de cinco anos foi reduzida em 4 veses e a prevalência de Ascaris Lumbricoides em crianças de 7 a 14 anos foi reduzida em 67% após as intervenções.

 
REG. ABES 012/02 - 15/04/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/10/02.
 
REG. ABES 013/02 - 17/04/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/10/02.
 
REG. ABES 014/02 - 17/04/02
 

NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 18/10/02.

 
REG. ABES 015/02 - 26/04/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 31/10/02.
 
REG. ABES 016/02 - 30/04/02
 

NOTA TÉCNICA - PG.45-48 -VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003

 
 

DESTINO DE SURFACTANTES ANIÔNICOS EM ETE DO TIPO LAGOA AERADA SEGUIDA DE LAGOA DE DECANTAÇÃO.
TATIANA Ap. RUSSO BIGARDI, AGNES JANANINA LUIZ PANNUTI CARRA, PEDRO SERGIO FADINI

RESUMO:
A Estação de Tratamento de Esgoto de Jundiaí (ETEJ) trata todo o esgoto doméstico e industrial coletado, cerca de 95% do esgoto da cidade. O tratamento é biológico do tipo lagoa aerada seguida de lagoa de decantação. Com o eventual surgimento de espumas brancas, foi iniciada uma investigação das possíveis causas. Neste trabalho, são discutidas a biodegradação e as partições de surfactantes aniônicos entre a fase aquosa e o lodo, bem como as suas conseqüências. Aponta-se para a necessidade de revisão na legislação ambiental Brasileira, aliada a mudanças de comportamento da população no sentido de que seja minimizado o uso dos detergentes domésticos.

 
REG. ABES 017/02 – 02/05/02
 

NOTA TÉCNICA - PG.108-113 -VOL.8 Nº 3 JUL/SET 2003

 
 

DESEMPENHO DA FILTRAÇÃO DIRETA ASCENDENTE EM PREDEGULHO COM PRÉ-TRATAMENTO Á FILTRAÇÃO RÁPIDA DESCENDENTE DE ÁGUAS PARA ABASTECIMENTO.
PAULO TADEU RIBEIRO DE GUSMÃO E LUIZ DI BERNARDO

RESUMO:
Utilizando-se água superficial com baixa turbidez e cor, foram realizados ensaios de filtração para avaliação de um sistema piloto constituído por filtração direta ascendente em pedregulho (filtro FDAP) seguida por filtração rápida descendente (filtro FRD).Na coagulação foi predominante o mecanismo de adsorção, com neutralização parcial de carga. Para controle das dosagens do coagulante foi utilizado filtro de laboratório de areia. Para taxas de filtração entre 80 e 190 m/dia no FDAP e entre115e260m/dia no FRD, a turbidez, cor aparente, Fe e Mn totais do efluente do sistema atenderam à Portaria 1469. Houve períodos em que o FDAP atuou predominantemente como floculador. As carreiras de filtração, encerradas por uso da carga hidráulica disponível no FRD, foram de 14 a 35 h. Descargas de fundo intermediárias no FDAP foram eficientes na remoção de impurezas e na reduçãoda perda de carga.

 
 
REG. ABES 018/02 – 03/05/02
 

NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 27/08/03

 
REG. ABES 019/02 - 06/05/02
 
ARTIGO TÉCNICO - PG 69-76 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
 
 

POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DO LODO DE ESGOTO DE INDÚSTRIA TÊXTIL COMO FERTILIZANTE AGRÍCOLA.
EUDEMBERG PINHEIRO DA SILVA, FRANCISCO SUETONIO MOTA, BOANERGES FREIRE DE AQUINO

RESUMO:
O trabalho teve como objetivo avaliar o potencial da utilização do lodo de esgoto de indústrias têxteis como fertilizante agrícola. Na pesquisa, foram utilizados diversos tipos de proporções (tratamentos) de lodo e de adubação química, para a cultura de sorgo: T1 - controle; T2 - aplicação de adubação recomendada; T3 - aplicação de lodo (10t/ha); e T4 - aplicação de lodo (10 t/ha) mais metade da adubação química recomendada. A análise estatística (Tukey, 1% de probabilidade) indicou que o tratamento T4 apresentou os melhores resultados para os parâmetros avaliados. O segundo melhor resultado foi apresentado pelo tratamento T3. O tratamento T2 apresentou melhores respostas do que o tratamento T1, quando comparado o peso de massa verde; contudo, não houve diferença significativa entre o peso de matéria seca e altura da planta, entre esses tratamentos.

 
REG. ABES 020/02 - 16/05/02
 
APROVADO COM SUGESTÃO DE REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 12/06/03.
REVISADO EM 08/03.
 
REG. ABES 021/02 – 21/05/02
 
NOTA TÉCNICA - PG 39-44 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
 
 

PROCEDIMENTO PARA EXECUÇÃO DE ENSAIOS DE FLOTAÇÃO/FILTRAÇÃO EM EQUIPAMENTO DE BANCADA.
PAULO LUIZ CENTURIONE e LUIZ DI BERNARDO

RESUMO:
Tendo em vista a potencialidade da remoção de algas utilizando a flotação por ar dissolvido, foi proposto o desenvolvimento de um equipamento de laboratório de fácil operação e manutenção, denominado Floteste, integrando as características geométricas do equipamento Jarteste neste trabalho. Foram realizados ensaios utilizando água sintética contendo algas da ordem de 108 ind/L e natural proveniente de curso d'água eutrofizado, possibilitando o aprimoramento do estudo das condições de coagulação, mistura rápida, floculação e flotação. Também, ensaios de flotação seguida de filtração em areia foram feitos visando melhorar a qualidade da água flotada. O jarro do Floteste possui placa de orifícios que proporciona perda de carga suficiente para a distribuição uniforme de água saturada pela seção quadrada do mesmo.

 
REG ABES 022/02 – 03/06/02
 
ARTIGO TÉCNICO – PG 170-181 - V8 Nº 3 JUL/SET 2003
 
 

ESTUDO DO FUNCIONAMENTO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS POR ANÁLISE DE IMAGEM: VALIDAÇÕES E ESTUDO DE CASO.
M. DA MOTTA, M.N. PONS, N. ROCHE, H. VIVIER, AL.AMARAL, E.C. FERREIRA e M. MOTA.

RESUMO:
Um método baseado na análise de imagens foi desenvolvido para caracterizar os flocos de lodo ativado em termos do seu tamanho e forma (dimensão fractal) e da abundância de bactérias filamentosas. Após ter sido testado em experimentos em escala piloto, o método foi validado para estações de tratamento reais. Foram analisadas doze estações de tratamento de esgotos situadas na França e em Portugal, de tamanhos e processos diferentes. Em seguida realizou-se um acompanhamento sobre a estação de Braga (Portugal) que estava com problemas de intumescimento do lodos (“bulking” filamentoso).

 
REG ABES 023/02 - 07/06/02
 
NOTA TÉCNICA - PG 77-83 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
 
 

REMOÇÃO DE FÓSFORO DE EFLUENTE DE REATOR ANAERÓBIO EM REATOR COM AERAÇÃO
INTERMITENTE SEGUIDO POPR FLOTAÇÃO POR AR DISSOLVIDO.
MARGARIDA MARCHETTO, JOSE R.CAMPOS e MARCO A. P. REALLI.

RESUMO:
Neste trabalho são apresentados resultados sobre remoção biológica de fósforo de efluente de reator anaeróbio de leito expandido, ¾ como pós-tratamento de esgoto sanitário ¾ empregando reator com aeração intermitente, seguido de flotação por ar dissolvido (FAD). Foram avaliadas condições para se obter nitrificação, desnitrificação e remoção de fósforo. No reator aerado foram alternados períodos com aeração e sem aeração. O sistema com aeração intermitente e escoamento contínuo foi operado com dois diferentes tempos de detenção hidráulica médios: (?h), de 6h e de 8 h, durante período de 235 dias, sendo que, com qh médio de 8h, durante 194 dias, e com qh de 6h, no período de 41 dias. Com qh de 6h o sistema apresentou 92% de remoção média de DQO (faixa de 90 a 94%) e 90% de P-PO4-3 (faixa de 82 a 96%). Para qh de 8h, a eficiência de remoção média de P-PO4-3 de amostras brutas foi de 84% (60% a 94%) e de amostras filtradas (filtro: 0,45 µm) de 94% (60% a 98%). Não foram necessárias correção do pH, e nem utilização de fonte externa de carbono.

 
REG ABES 024/02 - 13/06/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 27/02/03
 
REG. ABES 025/02 – 13/06/02
 
NOTA TÉCNICA - PG 54-58 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
 
 

PROGRAMA DE VISITAS GUIADAS (PVG) ÀS INSTALAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA NA COSTA BRAVA.
LUIS SALA, LUZANA FELIX, RAFAEL MUJERIEGO, NURI PUJOLRAS e LUIZ PEREIRA DE BRITO

RESUMO:
O Programa de Visitas Guiadas, coordenado pelo Consórcio da Costa Brava, na província de Girona (Espanha) visa, por meio de visitas monitoradas as suas instalações de tratamento de água e esgoto, propiciar ao público o conhecimento da gestão integrada dos recursos hídricos da região e despertar a atenção desse para a importância da água e sua escassez, tanto devida a contaminação dos mananciais quanto pelo excesso de demanda. O artigo apresenta a descrição do programa, um exemplo de itinerário de visita e os resultados obtidos durante os cinco anos de sua existência. Esses resultados, por sua vez, mostram como pode ser positivo o investimento na área de educação ambiental e na formação da consciência ecológica do público jovem, principal alvo do projeto.

 
REG. ABES 026/02 - 20/06/02
 

APROVADO - À SER PUBLICADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 12/07/03.

 
REG. ABES 027/02 - 21/06/02
 

NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 01/11/02.

 
REG. ABES 028/02 - 25/06/02
 
NÃO APROVADO.
NOVA SUBMISSÃO: 03/02/04. -
EM ANÁLISE.
 
REG. ABES 029/02 - 22/07/02
 
NOTA TÉCNICA - PG 114-119 - VOL.8 Nº 3JUL/SET 2003
 
 

GERENCIAMENTO DE RESIDUOS DOS LABORATÓRIOS DO INSTITUTO DE QUÍMICA DA UERJ COMO UM PROJETO EDUCACIONAL E AMBIENTAL.
DEISE P. BARBOSA, SILVIA S. OIGMAN, MARCOS A. S. COSTA, ELEN B. PACHECO

RESUMO:
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro preocupa-se com o meio ambiente, principalmente pelo fato de ser formadora de futuros profissionais. Os professores dos cursos de Licenciatura em Química e Engenharia Química do Instituto de Química estão trabalhando no sentido de educar ambientalmente seus alunos. Com essa preocupação
e a necessidade de se obter um destino mais correto para os seus resíduos produzidos nos laboratórios de ensino e pesquisa, está sendo implantado um programa de gerenciamento de resíduos. A implantação do programa de coleta e destinação implicou em análises prévias de quantificação e qualificação dos resíduos. Etapas de planejamento e avaliação de possíveis destinos foram realizadas. Neste artigo, mostrase a experiência de implantação do projeto de gerenciamento de resíduos laboratoriais do Instituto de Química da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, bem como todos os passos para a sua realização. Foram consideradas todas as dificuldades, o aspecto logístico e a destinação final durante a implantação.

 
REG. ABES 030/02 - 29/07/02
 
APROVADO - À PUBLICAR.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 20/05/03
REG. ABES 031/02 – 14/08/02
 
NOTA TÉCNICA - PG 49-53 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
 
 

UMA PROPOSTA DE TREINAMENTO PARA UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - ISO 14000 ATRAVÉS DO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO.
MARCIA DE ANDRADE PEREIRA, CLAUDIA SCOTON MARQUES e EDSON MARTINS DE AGUIAR

RESUMO:
Nos últimos 40 anos, a preocupação, pelo homem, com o meio ambiente vem aumentando; entretanto, a Gestão Ambiental requer um comprometimento da alta direção de uma organização com a participação consciente de todos os integrantes das organizações. Esta nova cultura ambiental faz com que as organizações levem as Normas ISO série 14000 em conta. Diante deste contexto, o objetivo deste trabalho é apresentar uma sugestão do uso de novas ferramentas tecnológicas no processo de treinamento de um Sistema de Gestão Ambiental. Com a utilização dessas novas tecnologias de informação no processo de treinamento, os integrantes sentem-se mais motivados e familiarizam-se mais rapidamente com as novas questões ambientais que lhes são impostas. Além disso, estimula e motiva a participação na apresentação de soluções, propostas de ações e reavaliações contínuas do processo de SGA.

 
REG. ABES 032/02 – 15/08/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 20/05/03.
 
REG. ABES 033/02 - 23/08/2002
 
ARTIGO TÉCNICO – APROVADO COM SUGESTÃO DE REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 26/02/03.
 
REG. ABES 034/02 – 26/08/02
 
NÃO APROVADO.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 27/05/03.
 
REG. ABES 035/02 – 29/08/02
 
ARTIGO TÉCNICO - PG 84-94 - VOL.8 Nº 1 JAN/MAR - Nº 2 ABR/JUN 2003
 
 

AVALIAÇÃO DE ASPECTOS POLÍTICO-INSTITUCIO-NAIS E4 ECONÔMICOS-FINANCEIROS DO SETOR DE SANEAMENTO NO BRASIL COM VISTAS À DEFINIÇÃO DE ELEMENTOS PARA UM MODELO CONCEITUAL.
SERGIO R A SOARES, OSCAR M.CORDEIRO NETO e RICARDO S BERNARDES.

RESUMO:
O presente trabalho tem como objetivo principal a definição de elementos determinantes para a implantação de sistemas de abastecimento de água e de esgotos sanitários, de modo a constituírem parte integrante de um modelo conceitual. Como o arcabouço político e institucional e as condições econômicas e financeiras do setor de saneamento exercem grande influência na definição de suas ações, seus principais aspectos foram considerados como elementos para a construção de parte desse modelo. A avaliação é composta de um panorama histórico dos serviços de água e esgotos no Brasil e da descrição de sua situação atual, de modo a se discutirem suas deficiências, as novas alternativas para a regulação da prestação dos serviços e os fatores econômicos e financeiros relacionados com o setor. A partir disso, apresenta-se um modelo de sistematização desses aspectos, que define algumas dimensões de análise para o planejamento desses sistemas de saneamento em centros urbanos.

 
REG. ABES 036/02 - 10/09/02
 
NOTA TÉCNICA – PG 120-125 - VOL.8 Nº 3 JUL/SET 2003
 
 

PROGRAMA COMPUTAC IONAL PARA O DIMENSIONAMENTO ECONÔMICO DE SISTEMAS DE ADUÇÃO DE ÁGUA POR RECALQUE.
CARLOS AUGUSTO DE C.MAGALHAES, JOSE MORENO e ADOLFO JOSE LEONARDI E SILVA.

RESUMO:
É apresentado um programa computacional, desenvolvido em planilha eletrônica EXCEL e que permite a determinação do diâmetro econômico em sistemas hidráulicos por recalque (SHR). Por se tratar de problema de solução indeterminada, uma vez que qualquer diâmetro pode ser utilizado, emprega-se, adicionalmente, critérios econômicos, através da avaliação da alternativa de menor custo. O Programa permite a utilização de vazões de recalque distintas para duas etapas de planejamento e considera, em função da projeção de demanda ao longo do período de projeto, o tempo de funcionamento variável dos conjuntos motobombas. Finalmente, são apresentados dois estudos de casos, considerando para as mesmas características hidráulicas, diferentes condições de funcionamento para a estação elevatória, um caso admitindo a variação da vazão de demanda ao longo do período de análise, e o outro com uma vazão fixa.

 
REG. ABES 037/02 – 23/09/02
 
NÃO APROVADO.
COMUNICAÇÃO AUTOR: 10/12/02.
 
REG. ABES 038/02 – 11/10/02
  NOTA TÉCNICA – PG 126-134 - VOL.8 Nº 3 JUL/SET 2003
 

AVALIAÇÃO DA POLUIÇÃO EM RIOS USANDO MODELAGEM COMPUTACIONAL
CYNARA DE LOURDES DA NÓBREGA CUNHA, PAULO CESAR COLONNA ROSMAN E TEÓFILO CARLOS DO NASCIMENTO MONTEIRO

RESUMO:
Este trabalho apresenta o desenvolvimento de um sistema para monitoramento da poluição hídrica, permitindo simular parâmetros de qualidade de água em rios ou estuários, buscando soluções para resolver um dos problemas mais graves relacionados à qualidade de vida e saúde ambiental em regiões sujeitas à contaminação por esgoto doméstico e colaborando para a redução do risco de enfermidades. O sistema apresentado é capaz de simular alguns parâmetros de qualidade de água, tais como: oxigênio dissolvido (OD), nitrogênio nitrato, nitrogênio amônia, demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e biomassa. O sistema foi validado a partir de soluções analíticas, obtendo-se bons resultados, e foi aplicado no monitoramento de parâmetros de qualidade de água em um rio.

 
REG. ABES 039/02 – 21/11/02
  ARTIGO TÉCNICO - PG 182-186 - VOL.8 Nº 3 JUL/SET 2003
 

DETERMINAÇÃO DA DQO EM ÁGUAS COM BAIXAS CONCENTRAÇÕES DE MATÉRIA ORGÂNICA
ELIZABETH DE MATTOS MORAES, ANA PAULA PAIM, MARCELO ZAIAT E MARCO ANTÔNIO PENALVA REALI

RESUMO:
O presente trabalho descreve um procedimento para a determinação de baixas concentrações da demanda química de oxigênio (DQO) em amostras de águas residuárias, baseado na determinação de Cr3+ após a digestão da matéria orgânica por dicromato de potássio em meio ácido (H2SO4-Ag2SO4). A detecção espectrofotométrica foi efetuada utilizando uma cubeta com caminho óptico de 10,0 cm. Os parâmetros avaliados foram: faixa de concentração (2-50 mg O2 L-1), precisão (desvio padrão relativo de 4,8 % para uma amostra contendo 10 mg O2 L-1) e limite de detecção (0,6 mg O2 L-1). O procedimento foi aplicado em amostras de águas e os resultados apresentaram recuperação na faixa de 89 a 112%.

 
REG. ABES 040/02 – 26/11/02
 
NÃO APROVADO.
COMUNICAÇÃO AUTOR: 06/06/03.
 
REG. ABES 041/02 – 02/12/02
 
NOTA TÉCNICA – APROVADO COM SUGESTÃO DE REVISÕES.
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 06/06/03.
 
REG. ABES 042/02 – 04/12/02
  NOTA TÉCNICA - PG 135-144 - VOL.8 Nº 3 JUL/SET 2003
 

CARACTERIZAÇÃO DA DQO RESIDUÁRIA EFLUENTE DE SISTEMAS DE TRATAMENTO BIOLÓGICO
SERGIO F. DE AQUINO

RESUMO:
Embora a demanda química de oxigênio (DQO) seja um parâmetro muito usado para avaliar a eficiência de sistemas de tratamento, pouco se sabe sobre a composição da DQO efluente de reatores biológicos. Este artigo apresenta as principais conclusões de estudos sobre a biodegradabilidade, toxicidade, distribuição de pesos moleculares e identificação química dos compostos causadores da DQO residual em sistemas aeróbios e anaeróbios. Embora haja poucos estudos de caracterização de efluentes secundários, a caracterização da DQO residual pode subsidiar a adoção mais racional de sistemas de pós-tratamento, contribuir para maior compreensão dos processos biológicos e induzir melhorias visando o aumento da eficiência do tratamento.

 
REG. ABES 043/02 – 13/12/02
 
NÃO APROVADO.
COMUNICAÇÃO AUTOR: 23/05/03.
 
REG. ABES 044/02 – 16/12/02
 
NÃO APROVADO.
COMUNICAÇÃO AUTOR: 26/11/03.
 
REG. ABES 045/02 – 17/12/02
  ARTIGO TÉCNICO - PG 187-195 - VOL.8 Nº 3 JUL/SET 2003
 

PRIORIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS EM SANEAMENTO BASEADA EM INDICADORES EPIDEMIOLÓGICO E FINANCEIRO
JULIO CESAR TEIXEIRA E LEO HELLER

RESUMO:
O trabalho apresenta o desenvolvimento de um modelo de priorização de investimentos em saneamento, com ênfase em indicadores de saúde, fundado em metodologia objetiva, de fácil compreensão e manuseio, que possa constituir subsídio para o processo de decisão sobre prioridades de intervenção no setor, e seu teste em um conjunto de intervenções planejadas em uma companhia estadual de saneamento.

 
REG. ABES 046/02 – 19/12/02
 
APROVADO - À SER PUBLICADO
DATA COMUNICAÇÃO AUTOR: 02/06/03.
 
REG. ABES 047/02 – 26/12/02
 
APROVADO - À SER PUBLICADO